SGP Ambiental / Guia para prefeituras
O primeiro passo é indicar quem vai coordenar o diagnóstico municipal. A equipe reúne documentos, preenche as respostas e acompanha a revisão das informações.
Para a prefeitura que deseja participar do SGP Ambiental, o trabalho começa com uma decisão simples. É preciso indicar um servidor de referência para coordenar o diagnóstico e, de preferência, um suplente que possa dar continuidade à tarefa. O município pode procurar a Associação Rondoniense dos Engenheiros Ambientais (AREA) para manifestar interesse e solicitar orientações de acesso.
Com os responsáveis definidos, a equipe organiza os documentos por tema. A secretaria de Meio Ambiente pode reunir a legislação local, a composição do conselho municipal, os planos em vigor e os registros das atividades realizadas. Outros setores ajudam a completar o quadro. A área de Finanças, por exemplo, pode indicar onde estão os registros de execução do fundo ambiental.
O catálogo de 2026 reúne 193 perguntas em 12 eixos. A equipe caracteriza o município, preenche o questionário e apresenta as evidências disponíveis. Durante a revisão, uma resposta pode voltar à prefeitura para esclarecimento. O município mantém a autoria das informações e pode acompanhar o histórico das correções.
“Participar do diagnóstico exige organização dentro da prefeitura. Definir responsáveis, reunir os documentos e revisar as respostas com as equipes são passos importantes para que as informações possam orientar decisões e ter continuidade ao longo do tempo”, explica Krislane Jordão, vice-presidente da AREA.
O resultado esperado é um diagnóstico que ajude a equipe a escolher o que fazer primeiro. Para obter orientação sobre o cadastro ou sobre os documentos a reunir, a prefeitura pode escrever para arearondonia@gmail.com, canal institucional da AREA.