SGP Ambiental aproxima engenheiros e consórcios das demandas das prefeituras de Rondônia

SGP Ambiental / Cooperação entre municípios



Em Ji-Paraná, a AREA e a Frente Municipalista discutiram como usar um diagnóstico comum para orientar o apoio técnico a municípios de portes diferentes.



Uma prefeitura pode precisar de formação para sua equipe de fiscalização. Outra pode ter técnicos experientes, mas registros dispersos. Reconhecer essas diferenças é uma das razões para a participação da Associação Rondoniense dos Engenheiros Ambientais (AREA) no SGP Ambiental, plataforma concebida para os 52 municípios do estado.



No encontro estadual de 14 de setembro, no campus da Universidade Federal de Rondônia em Ji-Paraná, a AREA, o Crea-RO e a ANAMMA-RO reuniram gestores e equipes técnicas para apresentar o sistema. A AREA contribui com a experiência dos profissionais de engenharia ambiental e sanitária. A ANAMMA-RO aproxima a iniciativa dos órgãos municipais de meio ambiente, enquanto o Crea-RO apoia a cooperação técnica e a mobilização dos municípios.



AROM, CIMCERO, CISAN e CINDERONDÔNIA participaram pelo movimento municipalista. Rômulo Chaves de Azevedo, do CIMCERO, resumiu o desafio. “Os municípios possuem portes, territórios e capacidades diferentes, e qualquer apoio precisa considerar essas realidades.”



Essa articulação abre uma possibilidade concreta para os consórcios. Se várias prefeituras identificarem a mesma necessidade de capacitação, elas poderão organizar uma formação conjunta. Cada município continuará responsável pelas informações que apresenta e pelas prioridades que escolher.



“Municípios com estruturas diferentes podem compartilhar algumas necessidades de apoio. Um diagnóstico organizado ajuda a reconhecer essas demandas e a discutir capacitações conjuntas com os consórcios, sem perder de vista as prioridades de cada prefeitura”, afirma Krislane Jordão, vice-presidente da AREA.